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Seria uma vez, em um longínquo e misterioso país. Há muitos e muitos anos atrás. Sim, seria uma vez! Não houvesse este pseudo-escritor deixado seus personagens na mão. [ler mais]
Fabiano Franz
em 26/05/2007
Há um morro Entre mim e o mundo. Se morro, Não há mundo. Há um monte Entre mim e o mundo. Se monto Há um mundo. Morro um monte. Desmorro E remonto o mundo. Morrendo: Desmaio, Desligo. Remando: Desminto, Remonto. O morro É O muro. O monte É O mundo. [ler mais]
Mr. Anderson
em 11/05/2007
Não existe tempestade, nem rumores de chuva. Não existe tormenta, nem sinais de vento ou brisa. Não existe calmaria, pois não existe o céu nem as nuvens. Existe um jazz gélido no calor da rumba. Existe o nada, onde o nada sobrevive. [ler mais]
Andreza Tibana
em 03/07/2007
Cânticos tristes e profundos Que inebriam minhas vidas. Brinco com dedos imundos E pinto sujeiras: palavras sentidas. Antes uma só: esta dor é um polvo Sufoca meus poros, seduz meu ego. Já não tenho contas de quantos deuses eu louvo Tenho chama pagã, meu coração é cego. "I´m a stupid doll." Marionete de sofrimentos incontáveis Fantoche de barro, dissecando ao sol. Há, em mim, inúmeras suturas Remendo feridas de dores indomáveis E fico a brincar com suas figuras. [ler mais]
Jéssica Reis Mallach
em 27/05/2007
EQUILÍBRIO (André L. Soares – 08.05.05 – V. Velha/ES) . Nem tudo é alegria, como nos contos de Lobato. Nem é só pessimismo, tal afirmara Nietzsche. Nem tudo é igual, como no sonho de Luther King. Nem é só diferença, quanto supusera Hitler. Nem tudo é fartura, como na utopia de Morus. Nem é só carência, tal previa Malthus. Nem tudo é libido, como na ciência de Freud. Nem é tão político, quanto queria Brecht. Nem tudo é esperança, como na coluna Prestes. Nem é só autoritarismo, tal ordenara Var... [ler mais]
Andre L. Soares
em 26/06/2007
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