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Mariane de Macedo Na cidade de Conceição, a rua principal era paralela ao rio que banhava o lugar. No lado direito, casas coloridas com tribeiras em tons mais fortes, no esquerdo um corredor de plátanos enfeitava a margem do Rio das Antas. Além das moradias estavam todos os estabelecimentos comerciais — a correaria do João das Cordas, a confeitaria do Antonio e a venda do seu Manuel. Nesses locais os moradores de Conceição ficavam informados sobre os acontecimentos, antes me... [ler mais]
Mariane
em 04/09/2010
Há um morro Entre mim e o mundo. Se morro, Não há mundo. Há um monte Entre mim e o mundo. Se monto Há um mundo. Morro um monte. Desmorro E remonto o mundo. Morrendo: Desmaio, Desligo. Remando: Desminto, Remonto. O morro É O muro. O monte É O mundo. [ler mais]
Mr. Anderson
em 11/05/2007
Disse: Faça-se o Google. Imagem e Semelhança. E viu que era bom. [ler mais]
Pricila Reis Franz
em 28/05/2007
Seria uma vez, em um longínquo e misterioso país. Há muitos e muitos anos atrás. Sim, seria uma vez! Não houvesse este pseudo-escritor deixado seus personagens na mão. [ler mais]
Fabiano Franz
em 26/05/2007
É primavera. Ninguém pensa na morte num belo dia de primavera. Se pudéssemos escolher uma estação do ano, seria o outono o tempo certo para morrer, não a primavera. O outono estimula os pensamentos macabros, provoca a imaginação, incita a vontade de morrer com seu tom melancólico. O outono é poético, de uma poesia mórbida, doentia, que parece cheirar a mofo e a cinza. Não deveria ser permitido morrer na primavera. Deveria haver uma lei prescrevendo: “Lei nº 100.100, dispõe sobre MORTE NA PRIM... [ler mais]
ivete tôrres
em 02/09/2010
855 escritores
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