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Não sei o que me faz pensar (Impulso eletro-magnético?) (Energia lunar?) Que você podia me amar REFRÃO: E se eu trocar de nome? Mudar de endereço? Se te der meu telefone Posso esperar ouvir sua voz? Já seria um começo Como se eu pudesse decidir O meu próprio destino Mas se eu pudesse te fazer sorrir Eu estaria em desatino Se você ficasse feliz Com uma estrela Eu estaria no céu Na velocidade de um cometa REFRÃO Se cada olhar seu valesse uma flor Se cada sorriso tivesse paixão Eu tran... [ler mais]
Anah Azul
em 03/07/2009
EQUILÍBRIO (André L. Soares – 08.05.05 – V. Velha/ES) . Nem tudo é alegria, como nos contos de Lobato. Nem é só pessimismo, tal afirmara Nietzsche. Nem tudo é igual, como no sonho de Luther King. Nem é só diferença, quanto supusera Hitler. Nem tudo é fartura, como na utopia de Morus. Nem é só carência, tal previa Malthus. Nem tudo é libido, como na ciência de Freud. Nem é tão político, quanto queria Brecht. Nem tudo é esperança, como na coluna Prestes. Nem é só autoritarismo, tal ordenara Var... [ler mais]
Andre L. Soares
em 26/06/2007
Não existe tempestade, nem rumores de chuva. Não existe tormenta, nem sinais de vento ou brisa. Não existe calmaria, pois não existe o céu nem as nuvens. Existe um jazz gélido no calor da rumba. Existe o nada, onde o nada sobrevive. [ler mais]
Andreza Tibana
em 03/07/2007
- Trace, Trace, acorda! A mãe dele já estava estressada, e ele muito cansado. Na tarde anterior havia participado do treino para escolha do capitão. E não foi fácil. Achou injusto e achou também que era melhor se afastar de Jack. Aquele esnobe merecia um castigo. Dos grandes. Pensou que seria melhor esperar. Talvez aquele Jack se redimisse ou se tornasse seu amigo. Era melhor esperar por uma reviravolta. Ainda é cedo para ter um inimigo. E o que ainda estou fazendo sentado na cama? Ahhh, acor... [ler mais]
Anah Azul
em 03/07/2009
Dois, três, quatro guimbas de cigarro no chão, deitado de costas no carpete, ventilador rodando no teto, quinto cigarro em uma das mãos, uma fotografia amassada na outra. Ela demora muito no banho, custa a sair, deve estar chorando no chuveiro. Acende-se um sexto cigarro. Há dois anos atrás ela fumava, hoje, ioga, não suporta o cheiro. Ele pensa em levantar de uma vez para arrumar as coisas mas não consegue, talvez no décimo cigarro, ou, então, se ela sair do banheiro ainda exista uma segunda... [ler mais]
Fabiano Caruso
em 28/04/2007
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